E o que se passa?
Na realidade, o drama pessoal que aqui se desenrola mais não é do que a incapacidade crescentemente sentida nos últimos dias de chegar a esta hora (ou por aí) e não conseguir verter para este "papel" as palavras salteadas que durante o dia nos vão assaltando, mas que naquele imediato não podemos materializar na blogosfera.
Fica o auto-aviso à navegação, passarei a (tentar) apontar num qualquer papelinho que tenha à mão todas aquelas pequenas "reflexões" que, sendo mais ou menos "dignas" de serem escritas, o estado depressivo em que paressem que querem que vivamos, as levam a assolar este humilde espírito cristão, hoje em dia mais desolado que inquieto.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Na falta de melhor, é motivo de preocupação.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
«Nada mudou»
Se, num certo sentido, se disse até à pouco (hoje diz-se menos) que «nada mudou» apesar das liberdades conquistadas, é porque muito se herdou e se mantém das antigas inércias e mentalidades da época da ditadura: desde o medo, que sobrevive com outras formas, à «irresponsabilidade» que predomina ainda nos comportamentos dos potugueses.
José Gil in "PORTUGAL HOJE, O Medo de Existir", pág. 16, Relógio D'Água.
E como esta reflexão continua hoje, quase 5 anos passados, ainda tão actual!!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
FRUSTRAÇÃO

... saber lidar com ela é a chave do sucesso e bem-estar psicológico a nível profissional.
Dirão, e muito bem, só agora é que chegaste a essa conclusão rapaz??!!
Sim, direi eu... que os caminhos da lucidez são por vezes tortuosos...
... mas aprendi bem :))
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